O Confronto é uma das principais bandas de Deathcore no
Brasil, com quase treze anos de existência, dois álbuns e um dvd lançados, além
de incontáveis shows pelo país e mundo afora.
Formada por Felipe Chehuan (vocal), Maxmiliano (guitarra),
Eduardo Moratori (baixo) e Felipe Ribeiro (bateria), atualmente a banda está em
processo de gravação do seu terceito álbum de inéditas.
O Metal Revolution conversou com o baterista Felipe Ribeiro,
que nos contou um pouco mais sobre o novo trabalho a ser lançado, alguns dos
principais momentos da carreira da banda, e os planos do Confronto para 2013.
Por Juliana Lorencini
Metal Revolution: Vocês estão prestes a lançar o
terceiro CD de estúdio. Como foi o processo de composição? E como tem sido o
processo de gravação?
Felipe Ribeiro – Então, na verdade,
começamos os primeiros esboços das músicas novas mais ou menos no começo de
2010. Paramos durante um tempo para fazermos mais uma turnê pela Europa e alguns
países da América do Sul e recomeçamos a trabalhar nas composições já para
meados de 2011, e daí em diante pegamos firme no trabalho de criação. Voltamos
a ensaiar na cidade de Petrópolis, em uma antiga oficina onde nos isolávamos
aos finais de semanas e feriados para nos dedicarmos exclusivamente à criação
das coisas novas do Confronto. Fizemos isso até abril deste ano, quando
entramos em estúdio. Foi um processo bem legal, passamos muito tempo juntos e
as coisas foram acontecendo de maneira muito natural e intensa. Fomos gravar no
estúdio Superfuzz que, com certeza, é um dos melhores estúdios do Brasil, aqui
Rio de Janeiro, com a produção do Davi Baeta, que já trabalha com a gente há 10
anos e é responsável pela produção musical do Confronto desde nosso segundo
álbum. Contamos também com a co-produção do Gabriel Zander, que além de ser um
grande amigo de longa data, é uma pessoa fantástica e que também acrescentou
muito no trabalho. Considero dois gênios da produção musical da nova geração. Com certeza foi o melhor clima de gravação
que já tivemos. Todo mundo em uma sintonia muito grande, em um clima muito
legal e isso influenciou absurdamente no resultado final. Acho que conseguimos
chegar no ponto que gostaríamos e com certeza é unanimidade entre nós que esse
será o melhor CD do Confronto em todos os aspectos.
MR: Vocês anunciaram ainda recentemente a participação
do João Gordo, do Ratos de Porão, no novo álbum. Como surgiu a idéia e convite
de trazer João para colaborar no novo CD?
Felipe Ribeiro - O convite
para a participação do João Gordo vem de uma relação de amizade que criamos com
o Ratos de Porão que começou há alguns anos atrás... Fizemos muitos shows
juntos e depois de dividirmos várias vezes o mesmo palco, o mesmo camarim,
roles... Acabamos criando uma relação de amizade muito legal com todos na
banda. Quando estávamos compondo as músicas novas, fizemos uma música que na
hora que ficou pronta o Felipe Chehuan (vocal) logo imaginou como essa música
ficaria na voz do João Gordo... E realmente a música tinha uma pegada bem
intensa e pesada que se encaixaria bem com a voz dele. Pensamos que realmente
seria uma coisa bem interessante... Ficaria algo diferente pra nós e como
sempre fomos fãs do Gordo, não tivemos muita dúvida. Bem, assim foi feito.
Chehuan ligou pra ele e o Davi marcou a gravação em São Paulo com o Marcelo
Pompeu do Korzus. Foi sensacional! E ficou uma das coisas mais brutais que já
ouvi... Absurdo!
MR: O responsável pelo artwork é mais uma vez o alemão
Patrick Wittstock. Vocês acreditam que Patrick após dois trabalhos
bem-sucedidos já entenda bem a temática da banda?
Felipe Ribeiro – Pra dizer a
verdade, no primeiro trabalho, ele já tinha captado exatamente o que queríamos,
pois imagine um alemão com uma formação cultural, social e artística totalmente
diferente da nossa conseguir captar nossa idéia de tal maneira a ponto de
consegui elaborar uma capa de disco baseando-se em uma relação entre Zumbi dos
Palmares e as favelas do Brasil... Isso foi algo fantástico na época. Pois então,
a partir daquele primeiro trabalho em diante já sabíamos que qualquer coisa que
pedíssemos, ele conseguiria absorver e realizar de maneira muito fácil! O
Patrick trabalha pra grandes gravadoras e grandes bandas como Amon Amarth,
Grave, Heaven Shall Burn, etc... É um artista sensacional e com o passar dos
anos se tornou um grande amigo. Já trabalhamos com o Patrick algum tempo e
posso dizer que para o conceito de capa do novo CD do Confronto ele conseguiu
superar ainda mais as expectativas! Todo projeto gráfico envolvendo esse
lançamento passou pelas mãos dele e ficou simplesmente sensacional!
MR: Com o álbum já praticamente pronto, qual o
principal sentimento de vocês em relação ao material que vocês já têm em mãos?
Felipe Ribeiro – Sem sobra de
dúvidas este é o melhor álbum que já gravamos! Nele está contido exatamente
tudo que gostaríamos de realizar, tudo que absorvemos no decorrer de todos
esses anos e gostaríamos de colocar dentro de um disco. Ficamos muito
satisfeitos com tudo... Musicalmente, tecnicamente, com a produção, com as
composições e com as idéias colocadas dentro dele. É o CD mais pesado, denso e
avassalador que já fizemos. Digamos assim... São 13 anos de sentimentos impuros
colocados dentro deste disco. Acho que todos vão gostar!
MR: Existe uma previsão de lançamento para novo
trabalho de estúdio?
Felipe Ribeiro – Primeiro semestre
de 2013 estará nas ruas.
MR: Quais as principais diferenças que vocês vêm entre
o novo CD e os trabalhos anteriores lançados pela banda? Talvez vocês não possam
me responder muito para não estragar a surpresa em relação ao novo álbum, mas
de uma forma geral, quais são elas?
Felipe Ribeiro – Acredito que nesse
novo CD está contido tudo de melhor que já fizemos, mas também acrescentando
alguns novos elementos. Este disco tem sentimentos mais profundos e ao mesmo
tempo mais latentes. Conseguimos nos expressar melhor liricamente e
musicalmente também, e por isso, esse novo CD vai estar mais completo, mais
reflexivo, mas sem deixar de ser direto. Buscamos algumas sonoridades
diferentes colocando ainda mais peso, mais agressividade só que dentro de uma
musicalidade um pouco mais ampla. Estamos buscando uma nova forma de fazer Heavy
Metal dentro das nossas próprias raízes e características brasileiras e
sul-americanas. Em nosso modo de ver, o Heavy Metal que se faz no Brasil tem
características bem próprias e procuramos focar muito bem em cima disso.
MR: Muitas bandas brasileiras optam por escrever as
letras de seus álbuns em inglês. Existe então sempre um grande debate em torno
disso. O Confronto tem as letras de suas músicas todas em português. Por que
vocês optaram por cantar em português?
Felipe Ribeiro – Acredito que isso
é um ponto bem interessante, porque na verdade isso nunca foi uma questão de
opção. Simplesmente foi assim. Pra nós compor e gravar as músicas em português
sempre foi algo muito natural e surgiu de maneira totalmente espontânea. Eu
acredito que não existe nada mais direto e objetivo do que nos comunicarmos com
as pessoas através da música utilizando a nossa própria língua e retratando a
nossa própria cultura, realidade, vivência, experiência, pontos de vista,
histórias, etc... Acreditamos muito no poder da linguagem e da comunicação
direta e é justamente com ela que criamos um dos principais pontos de
identificação do Confronto. Mas também não acho que isso precise ser
necessariamente um ponto de divergências, pois todos têm a liberdade de
escrever e se expressar no idioma que acharem melhor. Ficamos muito felizes em
ver muitas bandas fazendo música pesada escrevendo e cantando elas em
português... Inclusive, muitas delas dizem que tem o Confronto como referência
nesse sentido e realmente ficamos lisonjeados com isso... Mas devemos lembrar
que escrever em português é apenas uma das maneiras de fazer música e essa foi
a maneira que nós do Confronto nos sentimos mais a vontade e que conseguimos
nos expressar melhor, mas existem muitas formas diferentes de se fazer e de se
pensar música... Existir debate em torno de qualquer assunto é sempre muito bom
e válido, mas devo lembrar que em nossa opinião essa questão de se fazer música
no Brasil em português ou inglês não é uma questão de quem estar certo ou
errado. Sendo em inglês ou português o importante é fazer da maneira que se
sentir mais a vontade, mais cômodo, da maneira que fique o melhor
possível.
MR: De alguma forma vocês acreditam que essa escolha
prejudique a banda em relação à carreira internacional?
Felipe Ribeiro - Desde que
fizemos nossa primeira turnê europeia em 2003, sempre tivemos uma receptividade
muito grande por lá. Não digo apenas pelas turnês, mas também pelo fato de
sempre ter nossos CDs lançados lá fora. No começo existia a curiosidade pelo
que era fora do padrão que eles conheciam e no fim isso acabou sendo uma coisa
bem legal, porque despertou ainda mais o interesse do público europeu pelas
questões que envolvem não apenas o Brasil, mas também a América do Sul e Latina
como um todo. Na Europa, eles dizem que o Confronto é o que eles chamam de “New wave of South American Metal” (A Nova
Onda do Metal Sulamericano), que é um movimento que já aconteceu na Inglaterra,
nos EUA, Suécia e em varias partes do mundo trazendo renovação e uma maneira de
reinventar as formas características de se fazer heavy metal em varias partes
do mundo. Achamos isso incrível, pois Imagine um suéco cantando “Santuário das
Almas” ou ”Abolição” parece algo surreal, né? Pois então, é difícil alguém que
nasce na Suécia, por exemplo, entender o conceito de pobreza tal como nos temos
aqui no Brasil. Fazer com que eles entendam, respeitem e admirem a nossa força
é algo extremamente gratificante. Foi um desafio muito grande. É muito legal a
gente fazer um show na Republica Tcheca, Polônia, Alemanha, Itália, por
exemplo, e ver as pessoas cantando ou pelo menos tentando cantar as músicas em
português. Essa é a nova onda do metal sulamericano e acho que isso é uma
grande conquista! Nos sentimos atraídos pelos desafios... Gostamos disso.

MR: Quais foram as principais bandas que influenciaram
vocês no início da carreira?
Felipe Ribeiro – Bem, no início
quando montamos o Confronto, nos influenciávamos principalmente por bandas que
misturavam Metal com o Hardcore mais pesado. Bandas americanas como Earth
Crisis e Morning Again e européias como Liar e Congress. Mas logo quando
começamos a compor e estruturar a banda, começamos a buscar naturalmente coisas
da velha escola como Slayer, Obituary, Kreator, Sepultura, Morbid Angel, etc...
Porque são bandas que estão mais dentro das nossas raízes desde adolescentes.
Mas sempre estivemos na busca e empenhados em alcançar um som próprio, com a
nossa identidade, que é o mais difícil, mas, que em nosso modo de ver, é o mais
importante.
MR: E hoje em dia, o que vocês têm ouvido?
Felipe Ribeiro – Ah, ouvimos muitas
coisas diferentes e estilos diferentes, o que é muito bom. Pra ficar no exemplo
de algumas coisas que são comuns a todos na banda, neste momento, acho que
podemos citar o novo álbum do Down e do Machine Head. Também coisas como Behemoth, Suicidal Angels, Krisiun, Johnny Cash, Beattles,
Mastodon, Rastos de Porão, Zander, Stone Sour, Kyuss, Alice in Chains, Curtis
Mayfield, White Zombie, Baden Powell... E por aí vai.
MR: De alguma forma essas bandas influenciaram na
composição do novo trabalho?
Felipe Ribeiro – Olha, posso dizer que
sim. Eu, particularmente, consigo buscar influências de muitas coisas que a
principio, não tem absolutamente nada a ver com o tipo de música que o
Confronto faz. Acho que existem vários pontos que podemos buscar em diferentes
estilos musicais que podem ser aplicados em outros aparentemente divergentes.
Melodias, métricas, temas, alguns timbres, enfim... Uma infinidade de coisas.
Se eu contasse de onde saem algumas ideias para o Confronto muitas pessoas
iriam ficar impressionadas e achariam que é brincadeira. Talvez não
acreditassem. Todos na banda escutamos muitas coisas, muitos estilos musicais
diferentes e isso só enriquece o processo criativo em todos os aspectos. Por
exemplo, o Confronto não toca necessariamente musica típica brasileira, mas eu
escuto muita coisa do tipo e existem muitos elementos ali que eu posso aplicar
a lógica musical do Confronto, trazer outras referencias para a minha realidade
musical e isso, feito com bom senso e sensibilidade, só tem acrescentar. O
importante é você saber quais são as suas raízes musicais e como se pode
aplicar diferentes ideias dentro dela.
MR: O Confronto já fez algumas turnês tanto no Brasil
quanto no exterior, na Europa. Qual a principal diferença que vocês vêm entre a
cena metal de lá e do Brasil?
Felipe Ribeiro – No geral, nos
países europeus pelos quais já passamos (Que foram quase todos) a diferença é
basicamente estrutural. Lá existe uma facilidade maior para fazer as coisas,
pois lá estão as melhores casas de show, os grandes festivais, os melhores e
equipamento e até mesmo culturalmente as coisas são mais evoluídas em todos os
aspectos. Mas acho que hoje mais do que nunca as coisas por aqui no Brasil e na
América do Sul em geral, melhoraram muito e acho que finalmente estamos
conseguindo fazer as coisas em um alto nível. Acredito nessa evolução.
Acompanhamos essa evolução e vejo que temos potencial pra isso!
MR: Vocês foram responsáveis pela abertura do show do
At The Gates em São Paulo. Apesar dos estilos das bandas não serem muito
semelhantes, o Confronto foi muito bem recebido pelo público paulista. O que
vocês podem nos contar sobre essa experiência?
Felipe Ribeiro – Ficamos muito
felizes em poder dividir palco com uma das bandas que também serviram e ainda
servem de referência pra nós e digo isso principalmente por se tratar de ser um
show aqui no Brasil. Já dividimos palco com muitas bandas importantes como
Voivod, The Haunted, Testament, Brujeria, Napalm Death, Agnostic Front entre
outras. Mas grande parte desses shows foram em turnês fora do Brasil. Tocar com
todas essas bandas gigantes fora do país é muito bom? Sim, isso é muito bom!
Mas nada melhor do que a gente poder ver essas bandas vindo pra cá, e nós
podermos fazer parte disso aqui no Brasil é algo muito importante. Em nosso
modo de ver, isso faz parte deste crescimento e desta reestruturação que o rock
e, mais especificamente, o Metal está passando aqui no Brasil. Quanto ao
público, bem, uma coisa que agente sempre fala é que tocar em São Paulo é como
tocar no quintal da nossa casa. Sempre fomos muito bem recebidos em São Paulo
desde o início da banda e além do nosso DVD ter sido gravado na cidade, os
shows do Confronto sempre foram extremamente brutais e marcantes. Ficamos
felizes por São Paulo fazer parte da história da banda.
MR: Durante o show vocês tocaram duas músicas inéditas
que estarão no próximo CD. Algo que a banda já tem feito em alguns outros shows
pelo país. Como tem sido a resposta dos fãs em relação a essas músicas?
Felipe Ribeiro – A recepção tem
sido a melhor possível! Todo show a galera está pedindo pra tocar não apenas
essas duas que a gente vem executando, mas também, as outras músicas novas.
Muito legal ver a galera cantando as músicas que ainda nem foram lançadas. Já
estão com os refrãos decorados! Inspirador!
MR: O Confronto completou mais de dez anos de carreira
e acredito que não tenham sido fáceis, ainda mais para uma banda brasileira de Deathcore com suas letras cantadas em português.
Durante esse período quais foram as principais conquistas da banda? E quais momentos
vocês destacaria, sendo eles engraçados, ruins ou legais para a banda?
Felipe Ribeiro – Pois é, são muitos
anos de banda e muitas coisas aconteceram no decorrer desses anos... Já estamos
perto de completar 13. Foram muitos momentos, muitas coisas, muitas turnês.
Completamos mais de 200 shows fora do Brasil, várias turnês pela América do Sul
e dezenas de cidades por todo Brasil. Três CDs lançados, um DVD e shows
históricos. Shows de clubes, festivais, dividindo palco com bandas que serviram
de inspiração pra nós. Apesar de termos tidos infinitamente mais vitórias do
que momentos ruins, é difícil destacar apenas um momento marcante ou apenas uma
dificuldade. Bem, só pra simplificar... Momento marcante foi quando gravamos
nosso DVD em São Paulo em um local lotado com mil pessoas brutalizando e
cantando todas as músicas do Confronto. Isso foi de mais! Talvez o pior momento
da banda tenha sido quando o Felipe Chehuan quebrou gravemente a perna e além
da gente acompanhar todo o sofrimento, tratamento e o processo de recuperação
dele, tivemos que ficar fora dos palcos por alguns meses, cancelando shows e o
início da turnê que faríamos pelo Brasil em 2010. Foi uma época muito ruim pra
todos nós.

MR: Quais são os planos da banda para 2012 após o
lançamento do novo álbum?
Felipe Ribeiro – Agora final de
2012 vamos encerrar a turnê “Confronto – 10 Anos de Tour” que começou em 2010.
E início do ano que vem começaremos com o lançamento do novo álbum e ai é cair
na estrada novamente com mais shows e mais uma longa turnê, desta vez ainda
maior que as anteriores que já fizemos tanto aqui no Brasil quanto fora dele. E
pra galera ficar ligada nos últimos shows da turnê:
17/11 – Circo Voador (RJ)
– com Dead Fish
18/11 – Hocus Pocus – São José dos Campos (SP)
25/11 – XII Macaé em duas Rodas – Macaé (RJ)
09/11 - Inferno Club (SP) -
14/12 – Circo Voador (RJ) – com Matanza
MR: Muito obrigada pela entrevista, e eu deixo o
espaço aberto para que vocês enviem uma mensagem os leitores do Portal Metal
Revolution.
Felipe Ribeiro – Primeiramente
gostaria de agradecer pela entrevista e parabenizar pelo ótimo trabalho que
todos vocês fazem com um dos melhores portais de noticias que nós temos por
aqui. Acho que essas coisas fazem fortalecer ainda mais aquilo que falei a
cima, dando espaço, visibilidade, exposição, noticiando e trazendo sempre
informações para o público brasileiro. No nosso modo de ver, são essas coisas
que vão estruturando toda uma cena para que no futuro possamos sim chegar a um
nível como o europeu, por exemplo. E gostaria de dizer também que é pra toda
galera ficar preparada, pois o novo CD do Confronto vai vir realmente muito
especial... Acho que estamos fazendo um grande trabalho e sem soar pretensioso,
nós temos a intenção sim de trazer novidades para o Heavy Metal brasileiro.
Acho que todas as bandas deveriam procurar desafios grandes. A nossa ideia é
tentar estremecer as coisas... Chacoalhar o que está calmo. Não gostamos do
marasmo e nem do lugar comum e queremos pelo menos tentar buscar algo novo,
diferente e cada vez maior, não apenas pela banda em si, mas também pela
música, pelas ideias, para o desenvolvimento de toda uma cena. Gostamos de
desafios e todos os fãs do Confronto estão com agente nessa! Fiquem antenados e
sigam acompanhando a banda pela página oficial do Confronto no facebook: http://www.facebook.com/Confrontobrazil
Estamos aumentando
cada vez mais o nosso exército! Grande abraço. Paz!
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Resenha At The Gates e Confronto em São Paulo: http://metalrevolution.net/blog/at-the-gates-29-07-2012-sao-paulo-sp-hangar-110/
Entrevista realizada para o site Metal Revolution, e disponível em: http://metalrevolution.net/blog/confronto-nos-sentimos-atraidos-pelos-desafios-gostamos-disso/